Pequenino

Para todo bom fã que curte a mistureba de ficção científica+fantasia+suspense-horror, filmes como Alien (#Rip H.R. Giger) e Godzilla não fogem do catálogo de prediletos.
E para a alegria desse pessoal, está a lançar amanhã (15 de maio) o remake desse ícone da cultura pop.

Abaixo, o trailer influenciável, que além da trilha com efeitos sonoros industriais que virou padrão nesses tipos de filmes, tem um diferencial que me lembrou György Ligeti, presença marcante no clássico 2001 Uma Odisseia no Espaço (2001 A Space Odissey)

Gareth Edwards, o diretor britânico da nova versão, em recente entrevista disse que o original (japonês, lançado em 1954) serviu como inspiração, não como modelo.
Sobre a clássica pergunta: “O Godzilla é bom ou mau?”, respondeu que “Godzilla é natureza”, e como exemplo, “não se questiona se um ciclone é bom ou mau, tem-se apenas a preocupação do que está em seu caminho”

Se no ano passado tivemos uma série de Kaijus em Círculo de Fogo (Pacific Rim) destruindo tudo pela frente seguindo a trama de “ameaça vinda de um universo paralelo”, a nova versão do Kaiju mais popular do mundo tem um foco que ainda celebra uma crítica ante os avanços nucleares.
Talvez, nessa versão, tudo o que foi censurado no original de 54 pelas feridas do pós-guerra que o Japão sofreu, e ainda mais tudo o que a versão de 1998 do diretor Roland Emmerich que jogou a culpa nos franceses por testes na Polinésia Francesa, será abordada de forma mais afinada, tanto que o suspense da fuga se dá pelo fator de atração dos pequeninos pela radiação, o que põe em cheque o grande trunfo dos avanços militares.
“Se perseguem por desejo o que seria o maior poderio de destruição em massa alcançado pelos seres humanos, qual seria a salvação?”
Nem preciso discorrer sobre essa humilde indagação, né?

Matthew Broderick até pode ser simpático, mas um filme desse quilate não era para um cara que queria curtir a vida adoidado. A escolha de Bryan Cranston, que foi fodástico como Walter White em Breaking Bad foi um dos pontos altos. Rola o boato que o ator havia recusado o papel a priori, mas depois aceitou protagonizar a superprodução após ler o roteiro e assistir ao filme anterior do jovem diretor: Monsters, de 2010.

SPOILERZÕES

Dizem as más línguas que o tamanho não só supera a versão de 1998, como também terá vantagem sobre o monstrinho de Cloverfield de 2008 (este por sua vez forçou o bombardeio total de Nova York).
Também rola a expectativa de um ou mais companheiros Big-Size, talvez disputando o banquete entre si.

Se sobrevivermos à passagem desse pequeno titã, nos vemos por aqui.

Ma’a salama!

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