Na Era em que os Gárgulas Andavam

Olá!

Na Era em que os Gárgulas Andavam é meu mais novo livro, publicado de forma independente em ebook pelo KDP da Amazon.
Está com um preço (por tempo limitado) inaugural bem camarada: R$ 5,99 (Cinco reais e noventa e nove centavos).
Para comprar basta clicar neste link: https://www.amazon.com.br/dp/B09HP4WMN2


Sinopse:

Dalileia, uma jovem marinheira, encontra no porão do navio de escravos um livro em branco.
Livros não religiosos não podem ser lidos ou tocados.
A escrava Annapuris indica que há um texto oculto no misterioso livro.
Curiosa, Dalileia aceita a ajuda da escrava que consegue revelar o texto que desafia as regras da maior religião monoteísta contando outra versão da história.
Pela leitura clandestina desbrava um passado fantástico repleto de aventuras e se simpatiza por um gárgula com o dom da cura, mas que até então era considerado uma criatura das trevas.
E como parar quando a primeira linha já a condenou à perdição?
“Esses são relatos de uma era em que os deuses eram insultados, reis caíam e os gárgulas andavam”

Em Na Era em que os Gárgulas Andavam são homenageadas a literatura, a ciência, a liberdade de pensamento, a ficção científica e fantasia.

Espero que goste dessa obra, está repleta de aventuras em um universo especulativo onde a fantasia e a ficção científica batem de frente assim como em minha obra anterior (Ouro é para os Fracos).
Acompanhe a jovem marinheira Dalileia na descoberta de um mundo oculto.
Torça pelo gárgula Rindovel envolvido em tramas políticas que envolvem grandes reinos.
Viaje pelos domínios de ThuninVor, GaenBorn, LintsDam, MamoninGal, BastinVor, BalesqVor, CrontFenas, AstorGian.
Prenda a respiração enquanto vislumbra lutas em arenas clandestinas, torneios contra soldados reais em labirintos mortais, fugas impossíveis, encontros com o Necromonte, sabotadores invisíveis e seres que se dizem próximos da maior divindade do mundo conhecido.

Na Era em que os Gárgulas Andavam
Na Era em que os Gárgulas Andavam

Embarque nas páginas dessa Rocky Saga e tenha uma boa leitura.


Ma’a Salama!

Prêmio Le Blanc 2021

Pessoa querida!

Se leu e curtiu o meu último livro publicado (a saber, Ouro é para os Fracos), peço aquele apoio camarada em votar no mesmo no Prêmio Le Blanc 2021.

O prêmio é organizado pela escola de Comunicação da UFRJ (ECO/UFRJ) e a Universidade Veiga de Almeida (UVA).
O nome do prêmio é uma homenagem ao artista haitiano André Le Blanc.


Para votar é muito simples, basta acessar o link abaixo e informar apenas nome e e-mail e o livro indicado na categoria.

[EXPIRADO EM 23/04/2021]
AGRADEÇO DE CORAÇÃO A TODOS QUE VOTARAM :)


Link: https://forms.gle/mHGCgiWXatRXEX6H6

Segue abaixo exemplo para votação na cédula.

Após inserir e-mail e nome completo basta digitar o nome da obra na categoria “Romance nacional inédito…“, nesse caso: Ouro é para os fracos


Caso não tenha lido nenhuma coletânea pode deixar a categoria “Antologia/Coletânea… ” em branco.

Clique em “Submit” e pronto.
Você estará me ajudando nessa primeira fase do prêmio.

Agradeço o apoio desde já.

Ah, se você não comprou ainda Ouro é para os Fracos ele está disponível na Amazon com desconto.


Ma’a Salama!

Ouro é para os Fracos

Esse texto não é sobre dicas de investimento, onde vou declarar que apesar de especialistas indicarem que o ouro é a onda da vez há um esquema de pirâmide, marketing multinível ou criptomoeda que vão de fato te garantir rios de dinheiro, e para isso bastaria um simples cadastro para uma apostila paga de um curso meu.
Não.
Esse post tem o intuito de ofertar não uma apostila, mas um livro.
Enquanto “A Melhor Parte da Mentira” não sai, resolvi publicar de forma independente um romance de ficção científica e fantasia com ambientação árabe pela plataforma Kindle.
E como gosto muito de você lhe informo em primeira mão que por tempo limitado está com um preço bem camarada: R$ 2,80 (Dois reais e oitenta centavos) —EXPIRADO EM 10/11/2020.
Sim, o ebook estará com esse preço inaugural bacanudo devido a todas as crises que as terras tupiniquins vem sofrendo. Mas será por tempo limitado ( EXPIRADO EM 10/11/2020), e a atualização poderá dobrar ou até mesmo triplicar esse valor.
Importante: esse valor está disponível no site brasileiro (amazon.com.br), em outros domínios aparecerá com o valor mínimo na moeda local.
Sem mais delongas, segue abaixo a sinopse:

Arizz, um ex-pirata, convoca um grupo formado pelo espião ocidental Rogson, a meta-humana Udina, o mascarado Madnun e o alquimista Hamud para realizarem o maior roubo da historia valendo-se do dom de sua parceira Laila, que é o de ver o futuro.
Ao convencer o grupo, Arizz antecipa que o alvo do roubo não é ouro, e sim algo que não é de conhecimento humano e existe de forma clandestina no mundo.

Para comprar no Kindle clique aqui.

Espero que goste.
E ficarei imensamente agradecido se puder indicar para as pessoas que conhece e que apreciem esse tipo de literatura.

Ouro é para os fracos

Ouro é para os fracos

Ma’a Salama

Computadores Fazem Arte

O que paga os meus boletos não são os (ínfimos) rendimentos de direitos autorais de meus dois livros publicados.
A minha ocupação oficial ainda é de TI, e essa, por sorte de me simpatizar, é o que mantém tudo em dia e as prateleiras cheias.
Desde que iniciei esse site sempre reservei as postagens para a carreira paralela da escrita, nunca foi o intuito misturar as postagens sobre livros, músicas, filmes, gibis, visitas a exposições com dicas e tutoriais de programação.
Porém, hoje (10/05), é o aniversário que completa uma década de atuação com uma tecnologia específica, e o mais concreto que posso chamar de carreira. E apesar de às vezes sentir cargas de neurose estressantes, levanto todos os dias com alegria por trabalhar com algo que gosto, e ter o retorno financeiro que permitiu realizar o sonho da casa própria e gerar confortos como o de sobreviver sem muitos perrengues uma pandemia mundial (até o momento).
A minha “carreira” literária ainda é apenas um passatempo e não paga uma mísera conta de luz, porém, é um sonho a ser conquistado do qual não desisti.
E apesar das carreiras serem opostas, com distâncias abismais, estava relembrando a música do Chico Science & Nação Zumbi conhecida como Computadores Fazem Arte, e a canção me fez pensar no quanto de arte daria para extrair nessa década trabalhando com uma tecnologia de uma empresa multinacional brasileira cujo sistema principal é utilizados por milhões de trabalhadores diariamente não somente em terras tupiniquins mas em vários países da América Latina e até Rússia.
Poderia criar minicontos sobre pequenos detalhes desses dez anos, desde o início acidental, cujo amigo não quis a vaga e ao me indicar não lembrava bem o nome da empresa contratante ou da mulher com quem falou e que eu, na época estagiário lutando para qualquer vaga CLT na área, correu no Google e ficou digitando as variações das partes dos nomes que ele lembrava até encontrar o site correto com a vaga.
Há histórias de um dia inteiro analisando fontes com mais de 20 mil linhas de código legado e no final descobrir que o erro era um ponto e vírgula que impactava em todo o processamento.
Noites viradas, escritórios escuros e vazios, sua alma única no andar inteiro no desespero para finalizar o job.
Debugs que não faziam sentido. Usuários que pegavam o erro na primeira ação na rotina que você jurava ser perfeita e sem erros.
Gambiarras Contornos técnicos alternativos fora dos padrões das boas práticas aplicados nas mais variadas situações.
Deadlines injustos e chefias tirânicas.
Muitas histórias, talvez bem chatas se comparadas às aventuras vividas por seu amigo bombeiro, sim, é verdade…
Mas a arte que eu queria extrair como um profissional de TI não eram minicontos desses causos.
Tão menos os modelos, a indentação dos códigos, a documentação primordial e bem escrita nos comentários para o próximo, o melhor uso das estruturas de dados. Nada disso.
A conclusão que cheguei foi pensando como um engenheiro que constrói uma ponte.
Além da realização, há o trunfo de que tal trabalho gerou uma economia de tempo e recursos para pessoas que antes precisariam percorrer um caminho mais longo para chegar na outra extremidade.
Eram detalhes como o trabalho que uma gerente demorava de dois a três dias para realizar, e com o seu conhecimento e técnica ter criado uma rotina que otimizaria tudo em dez minutos com o esforço de apenas apertar um botão.
Criar um software, um simples programa de computador tem a mesma aura da criação de um artista, ela pode trazer emoções como felicidade e ódio (quem nunca xingou o sistema quando trava ou buga?), traz liberdade e aprisiona também (aqueles problemas que não existiriam se o sistema não tivesse calculado os impostos da Nota Fiscal incorretamente e o ajuste é manual).
Consigo computar cada centavo que essa carreira proporcionou ao meu bolso.
Mas é praticamente impossível saber o que proporcionou aos outros (ou stakeholders e users se preferir) no que diz respeito aos ganhos e perdas além do quesito monetário.
No refrão o Chico diz: “Computadores Fazem Arte, Artistas Fazem Dinheiro”.
Enquanto minha carreira de escritor não paga as contas em definitivo, sigo em paz com a arte que os meus terabytes proporcionaram na última década.

Ma’a salama!

Serei Amado Quando Morrer (They’ll Love Me When I’m Dead)

Comecei a assistir o filme O Outro Lado do Vento (The Other Side of the Wind) lançado na Netflix como um tributo ou espécie de resgate das gravações do filme inacabado de Orson Welles.
Quase meia hora de filme e ainda estava perdido, não conseguia entender a premissa e trama do enredo. Desisti porque a internet é limitada e cara demais para gastar com algo que não tem sentido.
Até que me explicaram que para entender melhor O Outro Lado do Vento o apropriado seria assistir ao documentário Serei Amado Quando Morrer (They’ll Love Me When I’m Dead), onde é detalhado os últimos quinze anos do diretor que teve a carreira prejudicada por ter tido um magnífico início: Cidadão Kane (Citizen Kane, 1941).
A fase-título do documentário teria sido dito por ele, quando passou a ser rejeitado por Hollywood, e em muitos filmes o outrora gênio (ele dirigiu e produziu Cidadão Kane com 26 anos) teve que improvisar os términos de filmes em países europeus.
O Outro Lado do Vento seria uma espécie de tentativa de reconquistar Hollywood,tão áspera nos anos seguintes com o cineasta, tanto que outra fala teria sido dita por ele: “Los Angeles é o único lugar em que todas as ruas levam ao aeroporto.Hollywood quer sempre que você vá embora”.
E conforme é dissecado todos os pormenores da produção do que seria conhecido como um dos maiores filmes jamais finalizados, são exibidos problemas de todo tipo, desde divergências com atuação, até o fator financeiro em que apelou por financiamento vindo do bolso do Xá do Irã,  verba minguada quando houve a revolução islâmica por lá em 1979.
E diante de todos esses impasse vemos que a frase-título não é um choro clamando por mais quinze minutos de fama. Um dos entrevistados comenta que a atribuição é injusta, pois o próprio Orson Welles teria desmentido.
O documentário elucida bem a história por trás de O Outro Lado do Vento e até mesmo sobre os últimos anos de vida do cineasta, mas além de todo aspecto biográfico a frase-título deixa à flor da pele o que todo e qualquer artista, seja no início, seja na retomada de certo sucesso espontâneo, acaba por carregar sobre os ombros.
O reconhecimento em vida é a imortalização alcançada e almejada por todos.
Hoje, qualquer um pode ser lançar artisticamente mundo afora, seja como músico, pintor, ator e até mesmo como contador de histórias, que é o meu caso.
Porém, os problemas ainda são os mesmos de décadas atrás, a concorrência é gigante e os recursos vão se estreitando conforme alguma conquista é alcançada.
Outro dia vi o trailer do filme At Eternity’s Gate, cuja história é sobre o pintor Van Gogh, sendo estrelado por Willem Dafoe no papel de um dos artistas mais subestimados de sua época.
Ao que parece em vida o pintor vendeu apenas um quadro, e sua criação acumula mais de dois mil trabalhos.
Vi muitos artistas que só levam porradas e acabam por abraçar uma espécie de síndrome de Van Gogh: “Ao morrer, vão descobrir minha arte”.
Queria poder jogar palavras sábias e motivadoras de minha autoria aqui, mas não consegui elaborar nada.
Então, para não ficar como um post pessimista lembrei de um discurso de um dos autores mais influentes nos dias de hoje: Neil Gaiman.
O resumo e ponto alto do discurso é quando ele diz que a vida é dura às vezes, que as coisas dão errado, seja no amor, nos negócios, nas amizades e na saúde.
E que “quando as coisas ficam difíceis, é isso o que vocês devem fazer: Façam boa arte
“… e enquanto estiverem nisso, façam a sua arte. Façam as coisas que só vocês podem fazer.”
E ainda pouco antes do fim, continua com um dos pontos mais importantes sobre um conselho recebido por Stephen King no auge do sucesso com Sandman e do romance Belas Maldições (Good Omens):
“Isso é realmente ótimo. Você deveria apreciar isso”, teria dito o rei.
“Essa foi a lição mais difícil pra mim, eu acho: relaxar e curtir a caminhada, porque a jornada o leva a alguns lugares memoráveis e inesperados”
Ao ponto que eu aproveitei cada dica apresentada no discurso de Gaiman, essa parte sobre curtir a jornada é uma das mais importantes para os artistas.
Buscar reconhecimento é o natural de todo artista, mas se você não se satisfaz com sua criação, se a tarde perdida criando uma música na solidão de seu estúdio improvisado, do conto que provavelmente ninguém vai ler, do quadro com traços que parecem desafiar o olhar do espectador, se o momento de criação não seja um dos fatores que define sua felicidade, bom, então você precisa revisar seus conceitos.
Essa foto ilustrando o post é uma resposta para quem disse que quase não há fotos minha aqui no site.
E como selfie hoje é um dos maiores símbolos de amor próprio, peguei a que menos gostei, e a que melhor veio a calhar com a frase-título.

Serei Amado Quando Morrer
Serei Amado Quando Morrer

Mas não se enganem. Embora eu não seja um escritor conhecido pelos quatros cantos das terras tupiniquins, sigo na luta curtindo cada letra jorrada nas páginas em branco.
E espero que todo(a) artista assim se mantenha na luta.

Ma’a salama!

25 de julho – Dia do Escritor

Quando descobrem que você é escritor:
“Você é escritor?”
“Sou”
“Nossa que legal! Tem livros publicados e tudo mais?”
“Sim”
E quando a empolgação aquece o peito no aguardo de perguntas sobre o gênero,  trama, estilo, inspirações e afins, vem o desânimo:
“E quantos livros você vendeu?”

Depois não entendem porque escritores perdem a sanidade.

Jack, personagem de O Iluminado, cansado dessa pergunta

Jack, personagem de O Iluminado, cansado dessa pergunta

 

Meu próximo livro será publicado :)

É com imenso prazer e grande alegria no coração que lhes informo que meu próximo livro será publicado.
A 2ª fase de seleção da editora Nocaute terminou depois de um longo mês, a ansiedade transformou fevereiro em dois agostos.
Não ganhei na votação online, mas agradeço a todos que acreditaram e votaram em mim.
Fui escolhido pelos editores na proposta definida por eles assim que divulgaram a 2ª Fase de seleção.
Os detalhes da escolha pode ser conferido clicando aqui.
Concorri contra outros quatro na etapa da votação online, e contra os outros três que não venceram nessa primeira.
A qualidade de cada obra não deve deixar dúvidas, afinal, nós cinco fomos selecionados em mais de cem originais enviados para a Nocaute no ano passado. Então, tenho certeza de que meus oponentes eram nada modestos Toguros (o musculoso da imagem abaixo; vilão do anime Yuyu Hakusho)

A Luta não foi fácil

A Luta não foi fácil

Mas, cá estou anunciando que terei mais um livro a ganhar prateleiras e catálogos de livrarias Brasil afora.
A Melhor Parte da Mentira será publicado pela editora Nocaute, muito provavelmente, nesse ano.
Não temos a data ainda, haverá todo um processo de edição e inúmeras revisões, mas entrará no cronograma de publicações desse ano.

Agora, estou a sentir esse êxtase e felicidade, é uma sensação indescritível.
Mais uma vez agradeço a todos que votaram em mim, espero que gostem do livro.
Essa vitória é dedicada a cada um que acreditou nessa “mentira”.

 

Vitória!

Vitória!

Shukran (obrigado)!
Ma’a salama!

Meu Próximo Livro

Então.
Sabe você que vivia me perguntando se eu estava escrevendo o meu próximo livro e sempre respondia que não, que a vida está corrida e nenhum tempo de sobra possibilitava essa arte estranha que é escrever?
Eu menti pra você.
Pois é, descaradamente mentia. Sem pudor.
Mas como o meu próximo livro tem como tema principal a mentira, então sou absolvido de certa culpa. Assim o penso, como um ator que comete atrocidades em nome da vivência do personagem.

Fui selecionado em mais de 100 originais, sou um dos 5 finalistas da nova fase de publicação da editora Nocaute.
Mas a luta não terminou ainda.
A editora abriu uma votação popular, em que você, poderá me ajudar votando no título do meu próximo romance.
Para tal, basta acessar essa página e me escolher: 2ª fase de seleção editora Nocaute
É simples e rápido, requer somente nome, cpf e e-mail.
Ah, e é lógico, me escolher, o título do meu original é A Melhor Parte da Mentira.
Tem a sinopse lá.

 

Próximo livro

Próximo livro

Grato desde já.

Ma’a salama!